7. As palavras de Dianna
Naquele dia, Melissa retornou à mansão ao entardecer.
O céu ainda guardava tons dourados quando ela estacionou o carro diante dos portões altos, mas sua mente estava longe dali. Desde que Dianna chegara, algo a inquietava de um jeito persistente. Não era desconfiança — era curiosidade genuína. A curiosidade de quem reconhece, mesmo sem saber explicar, quando algo raro cruza o caminho.
“Como alguém tão jovem carregava um cuidado tão natural?”
“Como alguém que nunca fora mãe possuía aquele toque