7. As palavras de Dianna

Naquele dia, Melissa retornou à mansão ao entardecer.

O céu ainda guardava tons dourados quando ela estacionou o carro diante dos portões altos, mas sua mente estava longe dali. Desde que Dianna chegara, algo a inquietava de um jeito persistente. Não era desconfiança — era curiosidade genuína. A curiosidade de quem reconhece, mesmo sem saber explicar, quando algo raro cruza o caminho.

“Como alguém tão jovem carregava um cuidado tão natural?”

“Como alguém que nunca fora mãe possuía aquele toque silencioso, firme e afetuoso ao mesmo tempo?”

Esses pensamentos a acompanhavam enquanto saia do carro, repetindo-se como uma pergunta que não encontrava resposta fácil.

Ao entrar na mansão, foi recebida pela governanta, sempre correta, sempre discreta.

— Boa noite, senhorita. Deseja que o jantar seja servido? — perguntou Marta, com a mesma neutralidade de sempre.

Melissa sorriu, daquele jeito leve que lhe era próprio, como quem ainda carrega algo bom no peito.

— Boa noite, Marta. Onde está a Dia
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