48. Uma segunda chance
Logo os adultos também se serviram. O som do gelo batendo no vidro trouxe uma sensação simples, quase doméstica. Era um detalhe pequeno, mas fazia tudo parecer mais real. Melissa aproveitou o momento e puxou o namorado pela mão.
— Certo, agora que todo mundo está oficialmente hidratado… — disse, teatral — acho que é hora das apresentações formais.
Ela olhou para o rapaz ao seu lado, que parecia dividido entre o nervosismo e a vontade de impressionar.
— Felliph, Dianna… esse é o Rafael.
Rafael e