8. Promessas que ecoam no escuro
O domingo amanheceu mais lento naquela casa.
Não havia pressa. Não havia reuniões. Não havia o ruído constante de ordens e agendas. O sol atravessava as grandes janelas da mansão com delicadeza, tocando os móveis, os corredores e, sobretudo, os pequenos gestos que começavam a se tornar rotina.
Melissa chegou para o almoço pouco antes do meio-dia.
Foi recebida pelas crianças com abraços e pela leveza que só quem começa a se sentir em casa consegue demonstrar. Dianna acompanhava tudo com atenção, mas também com um sorriso tranquilo — algo raro em alguém que carregava tantas responsabilidades.
À mesa, enquanto as crianças se distraíam com a comida, Melissa tocou no assunto com cuidado.
— Dianna… precisamos conversar sobre a escola.
Ela manteve o tom sereno, mas havia firmeza ali.
— Os gêmeos vão precisar voltar esta semana — continuou. — Eles ficaram afastados depois que a última babá saiu. Estavam muito agitados… brigavam, batiam nas outras crianças. Eu achei melhor esperar até que se a