22. Um último adeus
No dia seguinte, a casa amanheceu envolta em um silêncio pesado, daqueles que não precisam de palavras para explicar a dor. Todos se arrumaram devagar, quase mecanicamente, como se cada gesto exigisse um esforço imenso. Ninguém conversava. Não havia perguntas. Apenas olhares baixos e respirações contidas.
O enterro aconteceu no cemitério simples da cidade, sob um céu claro demais para um dia tão escuro. Ainda assim, o lugar estava cheio. Muito mais cheio do que Dianna imaginara. Pessoas conheci