21. A mãe de Dianna
Ela não passou daquela noite.
Quando os aparelhos silenciaram e o médico apenas baixou a cabeça em um gesto mudo, Dianna sentiu algo se romper de forma definitiva dentro dela. Não houve grito. Não houve cena. Apenas um som baixo, quase animal, escapando do fundo do peito — como se a alma tivesse sido ferida.
Ela chorou. Chorou quando confirmaram o óbito. Chorou quando cobriram o corpo. Chorou quando a retiraram do quarto. E continuou chorando depois que levaram a mãe pelo corredor estreito do h