23. A doença que não aparece nos exames
Na mansão dos Kavanagh, tudo agora era silêncio. Um silêncio diferente. A casa adoecera antes mesmo das crianças.
Os corredores amplos, antes organizados e previsíveis, pareciam longos demais. O eco dos próprios passos incomodava. O ar estava pesado, como se algo tivesse sido arrancado dali e deixado um vazio impossível de preencher. Não era apenas a ausência de vozes — era a ausência de vida.
Os gêmeos não perguntaram por Dianna no primeiro dia.
No segundo, a menina empurrou o prato intacto pa