O silêncio do meu escritório contrastava violentamente com a tempestade que se armava dentro de mim. Estava há mais de uma hora diante de três monitores, cada um exibindo informações diferentes: registros de cartões, mapas, dados de GPS, movimentações bancárias. O relógio marcava quase sete da noite, mas eu não havia comido nada desde o café da manhã. A única coisa que me mantinha de pé era a raiva.
E a certeza de que alguma coisa estava errada.
Amanda havia feito uma transação fora do padrão.