Naquela manhã, o refeitório estava mais movimentado do que eu já tinha visto. Deborah caminhava de um lado a outro, anotando coisas numa folha presa a prancheta. Duas mulheres carregavam caixas grandes, etiquetadas com letras que eu não reconhecia de longe.
June surgiu ao meu lado, prendendo o cabelo com um lápis.
— Alguma aposta sobre o que tá acontecendo? — perguntou.
— Nenhuma — respondi. — Mas parece importante.
Nos aproximamos devagar. Quando Deborah percebeu nossa curiosidade, largou tudo