Jean não sabia se eu estava solteira, se eu era feliz, mas continuava esperando no mesmo lugar, pronto para romper qualquer amarra e assumir a responsabilidade pela minha “vida quebrada”.
Ele, com certeza, temia que, caso se casasse, algum dia recebesse notícias minhas. Descobrisse que eu não estava bem, que vivia sozinha, e quisesse reatar comigo, mas ficasse preso às obrigações de sua nova família, incapaz de avançar ou recuar.
Pensando nisso, depois de dar banho no meu filho e colocá-lo para