Mundo de ficçãoIniciar sessãoO Solar da Rainha era um vácuo de ordem gélida no meio da sinfonia de destruição que consumia o restante do castelo. Cedrik entrou, suas botas pesadas deixando rastros de sangue e fuligem sobre o mármore imaculado, mas Isolde nem sequer se sobressaltou. Ela permanecia sentada em sua poltrona de bétula, as mãos cruzadas sobre o colo, observando o reflexo do filho no espelho de obsidiana. O contraste entre o príncipe, transformado pela fúria em uma abominação magnífica e letal, e a rainha, que







