Julian passou dois dias inteiros em silêncio.
Depois da noite violenta contra a parede, Vito não havia tocado nele novamente. Mal falava com ele. Apenas observava. Um olhar frio, calculado, predatório. A mansão parecia menor, mais sufocante. Cada passo de Julian era vigiado, cada ligação monitorada, cada respiração analisada.
Na terceira noite, Vito finalmente quebrou o silêncio.
Eram quase dez horas quando ele entrou no quarto principal. Vestia uma camisa social preta com as mangas dobradas at