Hiroshi não conseguia parar. A barriga de Sakura, agora visivelmente arredondada aos cinco meses, tinha se tornado o centro do universo dele. Cada movimento, cada estocada, cada gemido era acompanhado pela mão grande espalmada sobre o inchaço quente, acariciando, apertando de leve, sentindo a vida que ele havia plantado ali dentro. Os seios dela, mais pesados e sensíveis, eram devorados sem trégua — boca faminta, língua girando, dentes roçando, sugando até os mamilos ficarem vermelhos e inchado