Eram quase sete e meia da noite quando Sol percebeu, já em casa, que havia esquecido o notebook na obra. O maldito notebook com todos os projetos atualizados, backups e anotações da reforma.
— Merda... — resmungou ela, olhando pela janela do apartamento. A chuva era torrencial, mas o prazo com o cliente era implacável.
Ela vestiu uma jaqueta leve por cima da blusa fina e da saia que ainda usava do trabalho, pegou as chaves do carro e saiu. Durante todo o trajeto, a mente dela não parava quieta.