Ele segurou os meus pulsos acima da cabeça com apenas uma de suas mãos enormes, as garras pretas de unhas de obsidiana cravando-se de leve na pele sensível de minhas articulações, imobilizando-me sobre o altar com facilidade humilhante. — Diga ao asfalto das calçadas de Nova York de quem é essa carne que está prestes a receber a imortalidade do Alfa.
— Eu sou sua, Dravos — confessei sob as lágrimas de rendição voluntária e excitação violenta que se misturavam na minha derme pálida. — Eu pertenç