Dois dias se passaram desde aquela tarde chuvosa em que Junio a dedou contra a parede. Dois dias de tesão insuportável. Sol mal conseguia se concentrar no trabalho. Toda vez que olhava para os projetos, lembrava dos dedos grossos dele dentro dela, do jeito bruto como ele a fez gozar. Ela trocava mensagens curtas com ele sobre a obra, mas o tom estava cada vez mais carregado.
Naquela manhã de quinta-feira, o celular vibrou enquanto ela tomava café.
Junio: Vem hoje na obra. Preciso que você veja