A manhã seguinte à noite intensa na varanda amanheceu com uma luz cinzenta filtrando pelas janelas panorâmicas do apartamento de Salvio. Lua acordou primeiro, o corpo deliciosamente dolorido, marcas roxas de chupões e dedos espalhadas pelos seios, pescoço e quadris. A boceta e o cu latejavam com a lembrança de tantas horas sendo usada. Ela sorriu preguiçosa, virando-se para admirar o homem ao seu lado — o CEO poderoso, nu, peito tatuado subindo e descendo devagar.
Levantou-se devagar para não a