A suíte do hotel ainda cheirava a sexo, suor e luxúria quando Salvio e Lua acordaram entrelaçados nos lençóis amassados. Eram quase 3h da madrugada. O corpo dela doía de forma deliciosa — boceta inchada, cu latejando, mamilos sensíveis, marcas vermelhas de dedos e tapas espalhadas pela pele clara. Mesmo exausta, Lua sentia o desejo voltar só de sentir o braço forte dele ao redor de sua cintura.
Salvio acordou primeiro. Seus olhos castanhos escuros percorreram o corpo nu dela com uma fome que nã