O trânsito de São Paulo, com seu fluxo incessante e o som metálico das buzinas, servia como uma trilha sonora estranhamente reconfortante para Sophie. Enquanto dirigia seu carro pelas avenidas largas em direção aos Jardins, ela sentia que cada quilômetro que a afastava da mansão dos Dumont era um peso a menos em seus ombros. Ali, no volante, ela não era a nora sob vigilância ou a peça de um contrato de sucessão; ela era apenas Sophie, uma mulher com planos e uma identidade que se recusava a se