Mundo ficciónIniciar sesiónA tarde caía sobre São Paulo com uma garoa insistente, transformando o asfalto da Zona Sul em um espelho negro e frio que refletia as luzes neon da cidade de forma distorcida. Dentro do sedã executivo, o silêncio era interrompido apenas pelo som rítmico dos limpadores de para-brisa. Henrique dirigia com uma calma imperturbável, as mãos firmes no volante de couro, enquanto Enzo, no banco do carona, olhava fixamente para a tela do celular, esperando uma mensagem que não vinha.
— Por que e






