Sarah
O choro está preso na minha garganta. Minhas bochechas doem, assim como meus braços apertados pelo infeliz, mas olhar o documento do tratamento da Isa assinado me faz querer, pela primeira vez em meses, sorrir.
Enrico caminha em silêncio ao meu lado, seu olhar continua transparecendo ódio e suas mãos estão destruídas. Encaro confusa o carro que agora não tem mais motorista, esse, ao contrário do SUV que me trouxe, é um esportivo vermelho.
— Você está machucada? — Ele me olha assim que ent