Sarah
Eu já aprendi a desconfiar do que parece muito simples.
O caso da suíte 202 foi encerrado rápido demais. Limpo demais. Conveniente demais. E quanto mais eu olho para os papéis espalhados à minha frente, mais certeza eu tenho de que alguém precisou trabalhar muito para que tudo parecesse tão óbvio.
O livro.
Otelo.
Ele não deveria ter sumido. Não da forma como sumiu. Primeiro foi tratado como irrelevante, depois reapareceu como coincidência, e então simplesmente… desapareceu. De novo. Como