Eu tentei me aproximar ainda mais dele, quando ouvi Mirela suspirar e chamar:
— George...
Meu coração pareceu ser mordido, e eu lentamente levantei a cabeça para olhar para George. Seus olhos estavam ligeiramente fechados, seus cílios se moveram uma última vez e sua outra mão, que estava na beirada da cama, também caiu sem vida.
— George... — O chamei baixinho.
Mas ele não respondeu mais.
Eu neguei com a cabeça, sem conseguir aceitar, e segurei o rosto dele:
— George, George... Você ainda não te