Capítulo 612
— George!

— George!

Eu também queria gritar, mas minha garganta parecia estar sendo apertada por uma grande mão, e eu não conseguia emitir som algum.

Nem sequer tinha forças para me levantar e ver o que tinha acontecido com George caído no chão.

— George, George, o que aconteceu? Fala comigo, George! — Mirela gritava, agitando George em seus braços.

Mas George permaneceu quieto, imóvel. Eu nunca o tinha visto tão quieto. Mesmo quando estávamos juntos na cama, ele sempre dormia de maneira leve. Nem precisava o chamar, qualquer movimento já o fazia perceber, e ele dizia baixinho:

— Não se mexe.

Mas agora ele não reagia às chamadas de Mirela.

O que aconteceu com ele?!

— Bruno, chama a ambulância, rápido, chama a ambulância! — Mirela gritou para Bruno, enquanto as lágrimas escorriam de seu rosto.

A palavra “ambulância”, dita por Mirela, me despertou, e um pensamento aterrador explodiu na minha cabeça. Finalmente, consegui reunir forças e comecei a me arrastar até George.

— Carolina, Tião!
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