— Ai, aí, dói, dói... — O homem que tinha a mão pisada gemia de dor.
Miguel continuava firme, pressionando a mão do homem com o pé, mas seus olhos estavam fixos em mim.
— Você está bem?
— Eu estou, mas meu celular não teve a mesma sorte. — Quando terminei de falar, Miguel olhou para o celular que estava no chão, totalmente destruído.
— Sr. Miguel, Sr. Miguel... — Oscar correu para o lado, estendendo as mãos como se quisesse segurar Miguel, mas hesitava, ficando apenas parado ali.
— Pai, está doe