A voz de George era baixa, quase opressiva.
Meu coração travesso se apertou um pouco ao olhar para o rosto dele, que estava mais magro do que antes. Pensei em como ele precisava cuidar da irmã, que acabara de se recuperar de uma doença grave, e agora ainda precisava me acalmar. Ele devia estar exausto.
Imediatamente, minha vontade de continuar brincando com ele desapareceu. Puxei-o suavemente e, com um tom mais tranquilo, expliquei:
— Eu e o Pedro somos só amigos, por isso falo dele à vontade na