Assim que disse isso, senti George apertar ainda mais minha mão. Ele piscou algumas vezes, e algo em seus olhos brilhou por um breve instante antes de desaparecer. Então, ele me soltou.
Me afastei rapidamente, esfregando a mão que ele havia apertado com força.
— Corrigi todos os erros que você marcou no arquivo. Quer dar uma olhada agora?
George não se moveu. Continuava deitado na poltrona, de olhos fechados.
— Não precisa. Vai descansar.
— Ah... Boa noite. — Respondi, me virando para sair.
— Ca