RUBY PORTMAN
— Vamos para a cama — disse, me puxando para cima de encontro nos seus braços, erguendo e carregando-me como se eu não pesasse nada.
Não demorou muito para empurrar-me no colchão macio e me obrigar a deitar de bruços, com rosto pressionado para o lado. Os meus quadris estavam elevados no travesseiro que ele havia jogado à minha frente.
— Está tão bem assim, esposa. A diversão que terei com você será tão boa — a sua voz abafada disse. Eu estava lutando para ouvi-lo, qualquer ruído e