Esther segurava firme o braço do garoto enquanto caminhavam. Ela sabia que todo o vilarejo do jovem havia sido dizimado pelos homens de Faraó, e o professor Bernardo, à sua frente, parecia ter algum tipo de ligação com aquele Faraó. Temia que o garoto não conseguisse controlar o ódio e, sem entender bem a situação, acabasse expondo os dois prematuramente.
Sentindo a pressão da mão de Esther, o garoto despertou do turbilhão de pensamentos.
— Vamos embora. — Esther quebrou o silêncio.
Na percepção