Esther não disse nada. Não havia palavras que ela pudesse dizer naquele momento. Sua garganta parecia que tinha engolido uma lâmina afiada, e a dor só aumentava conforme os pensamentos invadiam sua mente. Tudo era tão claro, tão vivo, como se os acontecimentos do passado estivessem se desenrolando novamente diante de seus olhos.
Ela sabia que ainda carregava em seu corpo os resquícios do veneno KA48. Porém, após o nascimento do bebê, o veneno não havia surtido efeito. Marcelo, em sua determinaçã