Naquele instante, a imagem do rosto de Marcelo surgiu clara na mente de Esther, e, como se fosse uma reação física, seu coração se apertou em uma dor aguda e avassaladora. Mas, logo em seguida, um outro pensamento tomou conta dela, o do filho que havia perdido.
Um nó se formou em sua garganta. Ela nunca chegou a ver o bebê. Jamais pôde segurá-lo em seus braços ou sequer vislumbrar como ele seria.
Quanto mais lutava para não pensar, mais as imagens se repetiam, invadindo sua mente. Sentiu o contr