57. Doce, Intenso e Inebriante.
Mikhail Volkov
O gosto dela era tudo o que eu não sabia que precisava. Doce, intenso e inebriante. Quando a senti se entregar em meus braços, algo dentro de mim quebrou — a muralha fria que carreguei por anos se estilhaçou diante do olhar que Sophie me lançava.
Ela tremia, não de medo, mas de antecipação. Eu podia sentir. Suas mãos agarraram minha nuca com urgência, implorando para que eu não parasse.
Desci os beijos por sua mandíbula, ouvindo o som entrecortado de sua respiração. Cada gemido b