58. Me Despedir

O silêncio dominava o quarto, cortado apenas pela respiração tranquila de Sophie, que dormia aninhada em meus braços. Diferente dela, minha mente fervilhava em um turbilhão de lembranças e emoções. Sentia o peito arder com a culpa — a culpa de ter cedido ao desejo. Eu, que prometi nunca trair a memória de Ekaterina, jurei viver apenas pelo sangue e pela máfia… agora me via preso ao calor da pele de outra mulher.

Sophie: doce e veneno em um único corpo, desejo que incendeia, culpa que corrói.

In
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