O cheiro dele ainda estava misturado ao sangue.
Quando Enzo me puxou contra o peito, o calor do seu corpo me envolveu num tipo de segurança que eu não encontrava em nenhum outro lugar. A faixa no ombro estava manchada. Eu podia sentir a tensão nos músculos dele, como se cada movimento estivesse sendo suportado com pura força de vontade.
Mesmo assim, ele não me soltava.
— Você devia estar deitado — murmurei contra sua clavícula.
— Estou — ele respondeu, com aquele meio sorriso torto que