Ares segurava Clarice nos braços, com o corpo dela ainda trêmulo do retorno do plano astral. A fonte sagrada brilhava suavemente às suas costas, refletindo a luz da lua nova em seus contornos. Com cuidado, ele se ajoelhou sobre a relva úmida, puxando a capa escura que ela usava e envolvendo seu corpo nu, cobrindo-a com reverência. O calor de sua pele ainda pulsava, mas seus olhos, embora cansados, estavam mais vivos do que nunca.
Clarice o olhou. Ele a encarava como se estivesse vendo uma nova