Clarice olhou a figura imponente e firme se aproximando a figura envolta em luz, tão serena e poderosa que era impossível descrevê-la com palavras mortais. O jardim astral era silencioso, mas o silêncio era conforto, não peso. Lyanna permanecia próxima, e assim que a Deusa chegou perto dela passou suas mãos pelos pêlos da loba que reluziu em luz como se fossem pequenas estrelas, os olhos mais azuis como se fosse um céu limpo e claro.
— Deusa da Lua... — a voz de Clarice saiu suave.
— Olá minhas