Ares caminhava ao lado dela pelos corredores silenciosos da casa da matilha. O luar filtrava-se pelas frestas das janelas, lançando sombras suaves no chão de pedra polida. Clarice mantinha a capa firme sobre o corpo, os cabelos ainda úmidos da fonte sagrada. Estava em silêncio, mas seus olhos diziam tudo — uma tormenta de sentimentos lutando por espaço.
Chegaram à porta do quarto do Alfa. Ares a empurrou com cuidado, oferecendo passagem. Clarice entrou devagar, o olhar vasculhando cada canto do