A floresta já não sussurrava — ela gritava.
As árvores queimavam sem fazer fumaça. O tempo oscilava ao redor como uma realidade em colapso. A batalha entre Clarice e Saphira havia ultrapassado o limite da carne. Agora era alma contra alma.
Saphira arfava no chão, a pele ainda retorcida pela escuridão viva que a envolvia. Mas antes que Clarice pudesse avançar, a sombra que habitava o corpo da ômega se ergueu — densa, consciente, viva.
Os olhos sem pupilas d