A fumaça da batalha ainda pairava no ar, espessa como luto. A clareira, outrora sagrada, estava tingida de sangue e fúria. Cadáveres de caçadores e guerreiros jaziam lado a lado, e mesmo os vivos mal tinham forças para continuar de pé. O cheiro de ferro, terra e magia corrompida fazia o ar pesar nos pulmões.
Kaelith rugia no campo, espada em mão, abrindo caminho entre as criaturas que surgiam das trevas. Sua presença era uma muralha de autoridade. O rei não se escondia em tronos ou bastiões; el