O silêncio que pairava sobre a vila ancestral não era de paz — era o tipo de silêncio que vem depois do grito, depois da explosão, depois da dor.
O chão ainda estava quente onde a criatura havia sido destruída. As runas queimadas tremeluziam sob as pedras como brasas quase apagadas. A fumaça subia lentamente do santuário, onde os ecos da batalha ainda pareciam sussurrar.
Clarice se ajoelhou diante da espada cravada no altar de pedra. O fio da lâmina pulsava com uma luz pálida, como se a própria