O primeiro som não foi de passos. Foi de ar rasgando.
Uma flecha negra atravessou o céu e cravou-se bem no limite do círculo rúnico da vila ancestral. Estava envolta em energia corrompida — roxa, ondulante, como veneno que sangrava pela madeira.
Em segundos, o campo de proteção reagiu. Um estalo seco. As pedras vibraram. E então... silêncio.
Mas um silêncio que pesava como um presságio.
Clarice estava no alto da torre, observando o horizonte com os olhos prateados intensos. Ares subiu logo atrá