O vento carregava um cheiro diferente quando os primeiros pináculos de pedra surgiram entre as árvores altas. Não era o odor metálico da guerra, nem o cheiro doce das flores sagradas. Era o cheiro da memória antiga.
Clarice parou ao lado de Ares no topo da colina. À frente deles, a vila ancestral se revelava. Construída em círculos concêntricos de pedra negra e madeira lunar, parecia ter brotado da própria terra — sagrada, silenciosa e protegida por runas tão antigas que nem Idran conseguia dec