A noite caíra sobre Arkhadia como um manto espesso, abafando até os sussurros do vento entre as muralhas. O templo estava em silêncio, mas Clarice não. Caminhava de um lado para o outro entre os pilares de pedra, os olhos fixos em algo que apenas ela via. A lâmina ancestral, agora repousada sobre o altar lateral, tremia sutilmente, como se sentisse a aproximação de algo invisível.
Ares encostava-se à parede mais afastada, os braços cruzados, mas os olhos cravados nela. Havia algo diferente naqu