415. O pedido
Gabrielle Goldman
Lancei os braços ao seu redor e o abracei com força, com desespero. Não queria soltá-lo. Não queria lhe dar a chance de ir embora. Uma hora ou outra, todos foram. Todos sempre iam. E eu não tinha certeza se sobreviveria a mais uma partida.
— Não vamos transformar isso numa competição de culpa, por favor — disse ele, apertando-me contra o próprio corpo — até porque, se fosse uma competição… eu venceria, com certeza.
A tentativa de fazer piada com a nossa própria