Frederico Moretti não correu; ele se lançou para o centro do inferno. Não era mais apenas um homem ferido, era uma força da natureza, um demônio de São Paulo que ressurgia das cinzas, movido por um amor puro e pela busca de uma redenção que ele só encontrara nos olhos de Lívia e no sorriso de Loren. Ao se expor deliberadamente, disparando e gritando, ele forçou Alessandro a ordenar que todos os seus soldados focassem nele.
— PEGUEM-NO! MATEM O MORETTI! QUERO A CABEÇA DELE! — Alessandro berrou,