Não houve um instante exato em que tudo terminou.
Nenhum marco claro.
Nenhuma linha final.
Nenhuma manchete dizendo: agora acabou.
O que houve…
foi algo mais sutil.
Mais humano.
Mais difícil de perceber.
—
As coisas simplesmente… deixaram de ser conduzidas.
—
Na redação, Helena Duarte estava sentada diante do computador, mas pela primeira vez em semanas — talvez meses — ela não estava sendo puxada por urgência.
Nenhum prazo pressionando.
Nenhuma fonte ameaçando desaparecer.
Nenhuma mensagem sur