A ruptura não ficou no campo técnico.
Ela atravessou.
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Chegou nas pessoas.
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Nos hospitais.
Nas equipes.
Nas decisões do dia a dia.
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E, principalmente…
na confiança.
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—
Na redação, Helena Duarte não acompanhava mais apenas dados.
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Agora ela acompanhava reações humanas.
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Mensagens começaram a chegar.
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Não de fontes técnicas.
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De pessoas.
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“Você destruiu o único modelo que estava funcionando.”
“Agora ninguém sabe o que fazer.”
“Isso voltou a ser um caos.”
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Ela leu todas.
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Sem responder.