Elias melhorou fisicamente no dia seguinte.
Sem febre.
Sem dor.
Sem novo enjoo.
Mas algo havia mudado.
Ele estava mais silencioso.
Não o silêncio antigo, pesado.
Era silêncio pensativo.
Luna decidiu ficar em casa naquela manhã, reorganizando a agenda no hospital para o período da tarde. Não queria repetir o dia anterior.
Elias estava sentado no chão da biblioteca, com o desenho da ponte aberto diante dele.
— Você não vai trabalhar agora? — perguntou, sem olhar para ela.
— Vou mais tarde.
Ele