Eduardo Soares
Estacionei a caminhonete de qualquer jeito no jardim da frente. Caminhei até a porta principal e apertei a campainha de forma insistente, mantendo o dedo colado no botão até ouvir o som de passos no interior.
A porta se abriu devagar. Melissa estava ali. Estava de pé, escorada no portal, vestindo apenas um baby-doll de seda preta curtíssimo, que deixava suas pernas torneadas e o contorno do seu corpo completamente expostos. Os olhos dela estavam semicerrados, o rosto expressando