Depois do café, Miguel pediu que Clara o acompanhasse até a varanda. Ele gesticulou discretamente para os prédios ao redor.
“Eu os vi ontem à noite,” disse ele, em voz baixa. “Capangas da organização. Estavam estacionados em um carro do outro lado da rua.”
Clara sentiu um arrepio. “Você acha que eles sabem de algo?”
“Não. Pelo menos não ainda. Mas estão monitorando nossos movimentos. Eles não confiam em mim completamente, e provavelmente acham que você poderia tentar algo. Precisamos agir com m