Miguel estendeu a mão para tocar o rosto dela, mas Clara afastou-se.
“Você tem todo o direito de duvidar de mim,” disse ele, sua voz falhando. “Mas eu te amo, Clara. Não estou aqui porque fui obrigado. Estou aqui porque quero estar.”
Ela ficou em silêncio, o coração dividido entre a dor e o desejo de acreditar nele.
O silêncio no carro era esmagador, mas a tensão entre os dois era palpável. Clara olhava pela janela, tentando esconder as lágrimas, enquanto Miguel observava-a, lutando contra suas